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Museu Histórico de Santa Catarina
Palácio Cruz e Sousa - Este prédio que sediou o Governo do Estado até 1984 e virou museu em 1986 já recebeu a visita de Dom Pedro I e Dom Pedro II. Foi palco da Revolução Federalista em 1891, quando os revoltosos tomaram conta do local, e do início da Novembrada, quando o Presidente Figueiredo foi agredido. Com diversas reformas e restaurações, ganhou dez esculturas do artista italiano Gabriel Sielva. As estátuas ornamentam a fachada externa do prédio.
Praça XV de Novembro, 227
Museu Victor Meirelles

Sobrado tipicamente luso-brasileiro do final do século XVIII, foi o local de nascimento do pintor, desenhista e professor Victor Meirelles de Lima, uma das maiores expressões da arte brasileira.No andar superior, onde residia a família, ainda mantém-se as divisórias e há a exposição permante de obras do artista. No andar inferior, onde funcionava o mercado do pai de Victor Meirelles, há exposições periódicas de artistas catarinenses.
Rua Victor Meirelle, 59
Museu de Armas Major Antônio de Lara Ribas
O museu localiza-se no Forte Santana, a mais acessível das fortificações ilhoas. O acervo conta com armas e fardas de diversas épocas, bem como um antigo carro-pipa usado para combater incêndios.
Av. Beira Mar Norte, embaixo da Ponte Hercílio Luz, na Praia Arataca
Museu da Ponte
Situado na cabeceira insular da Ponte Hercílio Luz, o museu, sob a responsabilidade do Departamento de Estradas e Rodagem de Santa Catarina, mantém desde 1990 um acervo com fotografias e reportagens da época da construção da Ponte. Também estão expostas peças originais que necessitaram substituição.
Alameda Adolfo Konder
Casa de Artes e Exposição Metálica
Museu Bicaca - Este museu particular expõe maquetes e miniaturas de vários marcos da cidade, como o casario do entorno da Praça XV de Novembro e o bondinho puxado por burros. Localizaço na porção leste do Centro Histórico, tem como atração à parte a própria Travessa Ratclif e suas esquinas a 45 grau que desembocavam no cais da Baía Sul. No final da Travessa está o Forte Santa Bárbara, que ficou perdido no meio da cidade desde que o mar deu lugar ao aterro.
Rua João Pinto, esquina com a Travessa Ratclif
Museu do Homem do Sambaqui "Padre João Alfredo Rohr"
Museu de rara importância para o estudo da evolução dos costumes humanos e do próprio Homem. Ali estão quase 200 esqueletos, em surpreendente estado de conservação, com idade estimada entre 1.055 e 1.552 anos.
O Museu conta com uma ala de zoologia na qual há animais de várias espécies conservados através da taxidermia. O acervo ainda apresenta arte sacra, numismática (moedas e cédulas), fósseis com até 225 milhões de anos, utensílios indígenas e outros materiais. O Museu do Homem de Sambaqui guarda, sem dúvida, um dos maiores acervos arqueológicos do Brasil.
Rua Esteves Júnior, 711, no Colégio Catarinense
Museu do Saneamento
Instalado em pequeno edifício construído no início do século XX em estilo eclético, o prédio abrigou a principal estação de elevação mecânica de esgoto, que funcionava em conjunto com outras três estações. Mais tarde, a construção deu lugar ao mictório público. Em frente estão preservada uma bica e parte da balaustrada que servia para limitar o cais e o mar. O acervo é composto de equipamentos, mapas, ferramentas, fotos e outros objetos ligados à histópria do saneamento na Capital e no Estado.
Rua Antônio Luz, próximo ao Terminal Cidade de Florianópolis
Teatros
Teatro Álvaro de Carvalho
Inaugurado em 7 de setembro de 1875, no dia em que o País comemorava 53 anos de Independência, tinha o nome de Teatro Santa Isabel em homenagem à princesa, já demonstrando o pendor dos habitantes pela monarquia. Em 1894 o lugar serviu de prisão aos simpatizantes do Rei em uma reação do Governo Federal à Revolução Federalista, que culminou no Massacre de Anhatomirim. Desde então o teatro ganhou o nome do primeiro dramaturgo do Estado.
Praça Pereira Oliveira, 26, junto à rua Marechal Guilherme
Teatro da Ubro
O teatro da União Beneficente da Recreativa Operária teve seu auge entre 1922 e 1950, quando diversos espetáculos inspirados no Modernismo divertiam a classe trabalhadora. Em 1951, com a morte de Deodósio Ortiga, o grupo teatral que mantinha a casa funcionando desmantelou-se. Abandonado desde então, o prédio ruiu em 1993, restando apenas sua fachada, que foi restaurada e incorporada em um novo edifício.
Escadaria da rua Pedro Soares, 15
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